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Kim Jong-un recebeu Moção de Louvor na Câmara Municipal do Rio de Janeiro

Paula Zanelli

O Psol do Rio de Janeiro não tem limites. São terroristas assassinos. Esse é o partido de Marcelo Freixo. O mesmo Freixo que vai lançar sua candidatura para prefeito do Rio junto com sua vice Benedita da Silva, com a benção do condenado Lula da Silva.

Requerida pelo vereador Leonel Brizola (PSOL), o texto apresentado à mesa da Câmara prestava homenagem ao governo da República Popular Democrática da Coreia, a Coreia do Norte , e ao seu líder, Kim Jong-un .

“Por todo esforço de seu povo e de seu Máximo Dirigente, Excelentíssimo Senhor Kim Jong-un, na luta pela reunificação da Coreia e a necessária busca da paz mundial”, diz a Moção de Louvor e Reconhecimento, datada do dia 29 de novembro.

A homenagem foi registrada no dia 10 de dezembro em despacho na KCNA, a agência estatal de notícias da Coreia do Norte e considerada a voz do regime. Segundo a nota, “o Líder Supremo, Kim Jong Un, recebeu o certificado ‘Moção de Louvor e Reconhecimento’ da Assembleia (sic) da Cidade do Rio de Janeiro”, reiterando que o certificado é “concedido a pessoas que prestaram serviços distintos no Brasil”.

A Coreia do Norte é considerada uma das ditaduras mais repressoras do planeta, comandada por um regime passado de pai para filho e baseado em uma ideologia conhecida como Juche , que prega a autossuficiência como caminho para a soberania nacional.

Conhecido pelo regime ditatorial comunista extremamente fechado, a Coreia da Norte é um dos países que mais violam os direitos humanos em todo o mundo. Kim Jong-un, líder do país, também é conhecido por mandar assassinar opositores e até mesmo ex-aliados que ele considera uma ameaça.

De acordo com a Anistia Internacional, as autoridades são responsáveis por graves violações dos direitos humanos, incluindo a detenção de até 120 mil pessoas em prisões políticas, sujeitas a tortura, condições desumanas e execuções sumárias . Muitos ali não cometeram crimes — estão detidos por terem relações com pessoas consideradas “nocivas” pelo Estado.

Além disso, a Coreia do Norte continua a desenvolver armas nucleares — estimativas apontam que o país teria entre 20 e 30 ogivas prontas para uso , mesmo vetado pelo Conselho de Segurança da ONU e sob pesadas sanções internacionais. As conversas sobre a desnuclearização do país estão paralisadas desde Fevereiro, quando fracassou uma reunião bilateral entre Kim Jong-un e o presidente americano, Donald Trump.