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O Papa vermelho

Paula Zanelli

Papa Francisco aceitará receber Lula para uma audiência no Vaticano.O Papa Francisco terá “todo o prazer” em receber o ex-presidente Lula no Vaticano, informou o presidente argentino, Alberto Fernández, após reunião nesta sexta-feira (31) com o pontífice no qual transmitiu o pedido de Lula.

Alberto Fernández, o poste de Cristina Kirchner, foi recebido nesta sexta-feira(31/01) pelo Papa Francisco. Segundo os jornais argentinos, o encontro durou pouco mais de 40 minutos e ocorreu em uma biblioteca do Vaticano. O papa deu quatro livros para o presidente da Argentina.

“Um Papa que pensa como nós”, disse Lula. Em maio do ano passado, o Papa Francisco enviou uma carta a Lula na prisão, pedindo ao ex-presidente que não desanimasse nem deixasse de confiar em Deus. “O bem vencerá o mal, a verdade vencerá a mentira e a Salvação vencerá a condenação”, afirmava o Papa, lembrando a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. A carta do Papa era uma resposta a outra de Lula na qual o ex-presidente agradecia o apoio “ao povo brasileiro pela justiça e pelos direitos dos mais pobres” e pedia o apoio e a amizade do Papa.

A tal cartinha “amorosa” dirigida pelo  Papa  Francisco ao presidiário  Lula da Silva, num flagrante desrespeito à Justiça e ao povo brasileiro, parece demonstrar de forma inequívoca que no infeliz momento em  que  “Sua (nem tanto) Santidade” escreveu  essa carta , suas mãos não estariam sendo guiadas por Deus.

Passados alguns séculos, fica cada vez mais evidenciado que a Igreja  novamente  caiu nas mãos de impostores da pregação  de Cristo, tanto quanto antes, durante a “Santa Inquisição”,e na época da família dos “Górgia”.

Essa é a Nova Ordem Mundial, que, por intermédio das  suas reiteradas atitudes de apoiar  ditadores genocidas e políticos corruptos de esquerda, como Nicolás Maduro,o facínora do povo venezuelano , os “Kirchner”,da Argentina, e “os” Lula da Silva, do Brasil. Vale lembrar o episódio do Papa em aceitar de bom grado do Presidente boliviano “cocaleiro” um presente consistente no sacrilégio de um crucifixo em madeira com Cristo sobre uma foice e um martelo.

“Todos esses episódios que marcaram até agora o pontificado de Francisco levam a concluir que, apesar dele jamais ter admitido ser um  socialista, um comunista, ou um esquerdista, suas atitudes, suas pregações, suas práticas  e seus costumes, necessariamente  têm essa direção.”(https://brasilsoberanoelivre.blogspot.com/) – Sérgio Alves de Oliveira – Advogado e Sociólogo